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terça-feira, 30 de setembro de 2008

... Eu amo você!


Ato de amor...
Esta história de uma mãe que voltou para casa após um árduo dia de trabalho. Sua filhinha apareceu na porta e correu para abraçá-la.
- Mamãe, mamãe, aconteceram muitas coisas hoje e quero contar tudo a você.
Depois de ouvir algumas frases, a mãe fez um gesto indicando que ouviria o restante da história mais tarde, porque precisava preparar o jantar. Durante a refeição, o telefone tocou, e a mãe teve de ouvir outras histórias da família, mais longas e contadas em voz mais alta que a da menina. Depois que a cozinha foi arrumada e as dúvidas sobre os deveres de casa de seu irmão foram solucionadas, a menina tentou novamente contar as novidades à mãe, mas já havia chegado a hora de ir para a cama.
A mãe dirigiu-se ao quarto da filha para ajeitar suas cobertas e ouviu-a orando. Quando ela se curvou para afagar seus cabelos e beijar-lhe o rosto, a menina olhou para cima e perguntou:
- Mamãe, você me ama mesmo quando não tem tempo para me ouvir?

É importante saber dizer: amo você!
O gesto carinhoso, a palavra gentil autêntica, a demonstração afetiva num abraço, numa delicada carícia funcionam como estímulos para o estreitamento dos laços indestrutíveis do amor.
É urgente que, no relacionamento humano, se quebre a cortina do silêncio entre as criaturas e se fale a respeito dos sentimentos mútuos, sem vergonha e sem medo.
A pessoa cuja presença é uma declaração de amor consegue criar um ambiente especial para si e para os que privam da sua convivência.
Quem diz ao outro: eu amo você, expressa a sua própria capacidade de amar, mas também, afirmando que o outro é amado, se faz amar e cria amor ao seu redor.
Não basta amar o outro.
É preciso que ele saiba que é amado!
*Autor Desc.*

O fósforo e a vela...


Certo dia o fósforo disse para a vela:
- Minha missão é te acender.
- Ah, não, disse a vela. Tu não vês que se
me acendes meus dias estarão contados.
Não faz uma maldade dessa não.
- Então queres permanecer toda a tua
vida assim dura, fria, sem nunca ter brilhado,
perguntou o fósforo.
- Mas ter que me queimar. Isso dói.
Consome as minhas forças, murmurou a vela.
- Tens toda razão, respondeu o fósforo, esse é
precisamente o mistério de tua vida. Tu e eu fomos
feitos para ser luz. O que eu, como fósforo, posso
fazer é muito pouco. Mas se passo a minha
chama para ti, cumprirei com o sentido de minha vida.
Eu fui feito justamente para isso: para começar o fogo.
Tu és vela. Tua missão é brilhar. Toda tua dor,
tua energia se transformará em luz e calor.
Ouvindo isso a vela olhou para o fósforo que já
se estava apagando e disse:
- Por favor, acende-me.
*Autor desc.*

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Onde quer que você vá, vá com todo o coração. *Confúcio*


Não se preocupe em explicar emoções.
Viva...
E guarde o que sentiu como uma dádiva de Deus.

*Paulo Coelho*

Delicadeza é o amor que pulsa na vida...


A Delicadeza do Amor
Ser delicado é possuir alma de criança,
É acreditar...
É se emocionar ao ouvir o barulho do mar
É conversar com as paredes...
É sentir a pureza de uma rosa,
e se envolver no seu perfume...
É ouvir o cantar dos pássaros e
se transportar ao sonho...
É admirar a liberdade das borboletas,
seu colorido e a suavidade de seu toque nas flores...
É ouvir o sussurrar do vento
falando de amor aos seus ouvidos
É perceber na musicalidade da chuva,
o sentido da vida...
É ver a tempestade, seus raios, trovões e vendavais,
impondo limites a humanidade...
É entender que as nuvens negras passam,
E logo ao amanhecer,
nasce o sol com seus raios multicoloridos
nos mostrando....
que vale a pena viver
E sentir o sol transcender o corpo e iluminar a alma..
É olhar uma estrela, e ver o seu brilho,
nos olhos do ser amado
Ser delicado, é sentir a ternura e o sentido de amar...
*Autor: Desconhecido*

domingo, 28 de setembro de 2008

Qual é a mão que você prefere... Aquela que escreve poemas? Aquela que acaricia seu rosto ???


A TERAPIA DO TOQUE
No corre-corre da atualidade temos pouco tempo para a reflexão, para a leitura e para o estudo. Deixamos escapar conceitos fundamentais. Falta-nos a linguagem para explicitá-los. Já não sabemos que práticas são indicadoras de sua presença. É bem possível que isso esteja acontecendo em relação ao afeto, à ternura .
Ternura é sinônimo de cuidado. Cuidado significa solicitude, diligência, zelo, atenção, bom trato. Uma das expressões máximas do cuidado é a carícia. Não falamos da carícia-excitação, fugaz e sem história, mas da carícia que expressa a pessoa em sua totalidade. O órgão da carícia é, fundamentalmente, a mão: a mão que toca , a mão que afaga, a mão que estabelece relação, a mão que traz quietude. Mas a mão não é simplesmente mão. É a pessoa humana que, através da mão e na mão, revela um modo-de-ser carinhoso. Com todo e qualquer humano.
O afeto não existe sem a carícia, a ternura e o cuidado. É o afeto que dá sentido ao contato físico, mas este é quem reacende a chama do afeto. O afeto precisa da carícia para sobreviver. É a carícia da pele, do olhar, do cabelo, das mãos, do rosto, da intimidade sexual que confere concretude ao afeto a ao amor. É a qualidade da carícia que impede o afeto de ser mentiroso, falso ou dúbio. Jamais há carícia no arrombar portas e janelas, quer dizer, na invasão da intimidade da pessoa. A carícia é a mão revestida de paciência que toca sem ferir, toca de leve e não agarra, não segura, mas solta para permitir a mobilidade (liberdade) do ser com quem entramos em contato.
O toque é condição de saúde emocional. Tocar é profundamente terapêutico. Adoecemos por falta de proximidade, de contato, de carícias. Aí o organismo reclama, dói, e produz sintomas que têm significado para além do que aparece. O corpo não abraçado acaba gritando. E o tato sara feridas. Veja o menino desenganado e em estado terminal que viveu mais um ano e alguns meses depois de ter sido visitado e abraçado pelo Felipão e alguns jogadores. E a passagem de Mt 9,21: "Só em tocar-lhe o manto ficarei curada", pensou a mulher doente. "Alguém me tocou, senti que uma força saiu de mim", disse Jesus (Lc 8,46).O olhar também toca o outro. Com o olhar tentamos adivinhar se o outro nos aceita, se acolhe... Contudo, olhar nem sempre é fácil. Aprendemos a reprimir essas janelas da alma, talvez com os "olhares de um pai autoritário", ou com o "olhar de um Deus todo poderoso e castigador".
A ternura, a carícia, o toque, o olhar sensível, o cuidado desenvolvem-se na permuta, na partilha... Não supõem obrigação, não exigem nada. Prestam atenção à felicidade do outro, porque felicidade é saber que o outro está feliz nesta parceria.Somos todos carentes de dar e receber afeto. Você não gostaria de formar uma corrente da "terapia do abraço", do "toque com afeto", para sarar suas dores e as dos outros? - Não exige horário marcado e nem remuneração monetária.
*Deonira L. Viganó La Rosa*

O que querem estas mulheres?


O que querem estas mulheres?

Ao escrever “Mulheres de aço e de flores” eu mergulhei no encanto do universo feminino e sobre ele quis contar histórias. São mulheres reais, outras de sonhos, mas todas elas estão vivas em algum lugar deste mundo.

Eu não quis escrever um livro de catequese. Não quis escrever um livro de auto ajuda. Quis apenas explorar os sentimentos humanos e respeitosamente tocá-los a partir de minha sensibilidade poética. Não tive medo de ousar. Não fiquei preocupado que as pessoas pudessem dizer – “Nossa, isso não é coisa que um padre possa escrever!” Não quis me prender a uma visão limita, que confisca o universo religioso ao discurso beato e pouco humano. Eu me inspirei nos escritores sagrados, e nas histórias que a Sagrada Escritura resguarda. A Bíblia é um livro vivo feito a partir de pessoas concretas e por isso é dialético, controverso. Há relatos interessantíssimos que mostram o lado mais mesquinho da vida humana. As traições, os assasinatos, os incestos, enfim, tudo o que é humano e que sempre temos coragem de contar.

[...]é um espaço de segredos confessos. É uma fala que deixei nascer porque a respeito profundamente. As mulheres, desde as mais recatadas até as mais ousadas, todas elas cumprem o ofício de mostrar o que somos. Elas, na coragem que a literatura me empresta, contam o que naturalmente não contamos. Duvidam do que não temos coragem de duvidar. Amam de um jeito que não gostamos de amar.E falam, falam e falam...

A literatura é o avesso da vida, mas pode ser também o seu lado mais acertado. Através dela podemos sugerir uma vida que ainda não temos, ou sonhos que ainda não nos pertencem. Ela pode nos colocar no prumo onde sobrevivem nossas forças e fraquezas, nossas vergonhas e nossas belezas.

“Minhas mulheres” são assim. Elas querem nos lembrar que é bonito ser humano. Que não é vergonhoso ser portador de fragilidades. Que a dor é universal, que a alegria nem sempre. Que a esperança é a terceira margem do amor. Que há sempre uma luz a ser devolvida, uma vela a ser acesa, um Elviro a ser domesticado, um Redentor a ser reconhecido. “Minhas mulheres” querem nos ensinar que o amor humano é a outra face do amor divino, e que ao ser resgatado humanamente pelo amor que me toca, de alguma forma os meus dedos alcançam a cruz. Que na pureza de um beijo experimentado a eternidade já nos mostra o seu sabor.



“Minhas mulheres” querem nos recordar que um riso pode nos ajudar a esquecer o peso da vida. Que uma história não pode ser vista somente a partir de uma frase, e que o texto tem sempre que ser analisado a partir de seu contexto. A mesma regra vale para a Sagrada Escritura, pois fora do contexto, há frases bíblicas que podem justificar até mesmo o assasinato brutal.

“Minhas mulheres” não são ofensivas. Elas são filhas do tempo, dos ventos, das dores, das alegrias. São filhas da vida, e nada que é verdadeiramente vivo pode ofender. Elas só são sinceras.

[...]Mas uma coisa eu lhe prometo – Riso e choro! Tudo ao mesmo tempo.

Por que? Não sei. Eu também não sei porque as coisas me fazem rir ou chorar. Eu apenas obedeço ao impacto da vida e por ela me deixo envolver.

O meu livro é simples. Não é um tratado de teologia. Está longe de querer ser isso. Eu só o considero religioso. Não sei fazer nada que não seja. Ele tem sacralidades, mas tem também os rastros do profano. A vida é assim.
[...]Agora uma coisa é certa – A maior pretensão das minhas mulheres é mostrar que no aço da dureza humana, a flor da Graça divina costuma nos surpreender generosa.

*Pe.Fábio de Melo*

domingo, 21 de setembro de 2008

Diferenças não são defeitos...



"Somos diferentes, no detalhe.
Na importância, somos iguais!"
*Desc. a autoria*