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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Índios não tem medo do silêncio
 Nós os índios, conhecemos o silêncio, não temos medo dele.
Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras. Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento. "Observa, escuta, e logo atua", nos diziam....

Esta é a maneira correta de viver.
Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes; observa os anciões para ver como se comportam; observa o homem branco para ver o que querem. Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás. Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.

Com vocês, brancos e pretos, é o contrário.
Vocês aprendem falando. Dão prêmios às crianças que falam mais na escola, em suas festas, todos tratam de falar. No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes e chamam isso de "resolver um problema".

Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos. Precisam preencher o espaço com sons.
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer. Vocês gostam de discutir, em sequer permitem que o outro termine uma frase. Sempre interrompem. Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido.

Se começas a falar, eu não vou te interromper.
Te escutarei, mas talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo, mas não vou interromper-te. Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste, mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante.
Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei.

Terás dito o que preciso saber.
Não há mais nada a dizer.
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.
Deveriam pensar nas suas palavras como se fossem sementes.
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.

Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando, e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.
Existem muitas vozes além das nossas, muitas vozes.
Só vamos escutá-las em silêncio.
APRENDAMOS COM ELES...

Texto traduzido por Leela, Porto Alegre:
"Neither Wolf nor Dog. On Forgotten Roads with an Indian Elder" - Kent Nerburn
Felizes são ɑqueles que, por onde pɑssɑm, deixɑm sementes de ɑmor, de bondɑde e ɑfeto.
*Divɑldo P Frɑnco - O Semeɑdor*

sábado, 27 de junho de 2015

sexta-feira, 26 de junho de 2015

"Quando eu era mais nova colocava os braços dentro da camisa e dizia que os tinha perdido. Dormia com todos os animais de pelúcia para nenhum ficar só. Acordava cedo só pra correr para o sofá da sala e assistir desenho. Sempre esperava atrás das portas para assustar as pessoas, mas saía sempre porque elas demoravam. As vezes fingia estar dormindo no sofá para meus pais me carregar para a cama. Eu costumava pensar que a lua seguia o carro e olhava aquelas gotas de água escorrendo na janela como se fosse uma corrida. Quando eu era criança queria crescer, o que é que havia na minha cabeça?"

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Aprendendo com as tempestades da vida
"A tempestade vai passar 
Por sobre as ondas, confiante andarei
Tribulações, vencerei
E as aflições, superarei
Deus provê
Eu sei que proverá."

segunda-feira, 22 de junho de 2015

sábado, 20 de junho de 2015

"Obrigada a você que todos os dias planta e rega pacientemente essas sementinhas de afeto, de carinho e amor em cada cantinho do meu coração."
*Fran Ximenes*