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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Seu amor sereno tranquiliza minha alma...


Sempre tive medo e dificuldade de mostrar meu afeto, sempre quis manter a mesma distância prudente que meu pai mantinha comigo. Quando o vi na cama, cheio de tubos, dei-lhe um abraço. Ele se surpreendeu.

“Abraça-me também, papai”, eu pedi. Ele me havia educado dizendo que um homem nunca demonstra seus sentimentos. Mas insisti. Papai levantou os braços e me tocou. Ali estava eu pedindo a meu pai que me mostrasse o quanto me queria.

“Senti suas mãos na minha cabeça e - pela primeira vez - escutei as palavras que seus lábios jamais haviam pronunciado: "te amo".

"Eu também te amo, não esqueça”.

A partir daquele momento, ele recuperou sua vontade de viver...
Me fazendo descobrir, que o amor é o bálsamo que cura, fortalece e
nos faz sentir no coração, a força renovadora da vida.
*Autor desconhecido*

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