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sexta-feira, 27 de maio de 2011


Um dos exercícios mais praticados pela humanidade é o julgamento.
Julgamos o outro, baseados em nosso código de valores, nossas percepções
e naquilo que nossa imaginação cria a respeito de cada pessoa com a qual convivemos.


Ocorre que nem sempre esta avaliação se mostra correta e, por essa razão,
ao julgar corremos o risco de cometer equívocos e praticar injustiças.
O pior que pode acontecer quando julgamos alguém é, sem dúvida,
não levar em conta os sentimentos daquele que estamos criticando.


Por mais que não concordemos com as atitudes de uma pessoa,
não podemos nos esquecer de que elas são motivadas, de um modo geral,
pelas suas emoções e que agindo de modo rígido e inflexível também estamos
nos deixando levar por nosso lado emocional.


Ame-as, aceite-as e, talvez, seu amor e respeito possa ajudá-las a mudar
muitas de suas fraquezas, muitas de suas falhas – porque o amor lhes dará
uma nova energia, um novo significado, uma nova força.
O amor lhes dará novas raízes para se erguerem contra os ventos fortes,
um sol quente, a chuva forte.
*OSHO, The Transmission of the Lamp.*