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quinta-feira, 1 de outubro de 2009


O jornalista e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry, serviu durante alguns anos como comandante de um pequeno aeroporto ao norte da África.
Aqui ele nos fala do silêncio do deserto:

“Era um silêncio de paz, quando as tribos que viviam perto de nós estavam reconciliadas; era um silêncio de meio-dia, quando o calor do sol suspende os pensamentos e os movimentos do homem. Era um falso silêncio, quando soprava o vento do norte, anunciando uma tempestade de areia; era um silêncio de mistério, quando eu me sentava diante de um árabe para tomar chá, e não conseguia decifrar os seus olhos”.

“Era um silêncio tenso, quando o piloto que estávamos esperando tardava a chegar; e um silêncio melancólico, quando a mala postal era aberta, e não continha a carta da pessoa que eu amava. O silêncio era sempre o mesmo, mas ele tinha várias faces”.

"Muitas vezes é silenciando minha alma,
que consigo escutar sua voz,refletir sobre suas palavras,
rever seu sorriso e sentir sua presença..."
*Desconheço o autor*

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