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terça-feira, 21 de maio de 2013

Das conclusões 
Enquanto viajavam de ônibus, a velhinha polonesa olhava o rapaz sentado ao seu lado. Em um dado momento, perguntou: “Você é polonês?” O rapaz disse que não. Alguns minutos depois, ela tornou a insis­tir: “Você deve ser polonês”. O rapaz respondeu: “sou sueco”. Mais alguns minutos e a velhinha voltou à carga: “Não precisa esconder: você é polonês”. Querendo colocar um fim à conversa, o rapaz concordou: “Está bem: sou polonês”.

Foi então a vez da velhinha balançar a cabeça, com ar triste: “não parece”.

Diz o jesuíta Anthony Mello sobre esta fábula: primeiro tiramos as nossas conclusões, depois forçamos a barra, até que elas se adaptem a nossa realidade.

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